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Segunda ordenação heráldica do brasão e bandeira

Segundo o parecer da Comissão de Heráldica da Associação dos Arqueólogos Portugueses de 23/10/1935
Aprovado pelo Ministro do Interior em 10/01/1936
Portaria n.º 8333, do Ministério do Interior,
publicada no Diário do Governo n.º 8, 1.ª Série de 10/01/1936

Armas - De ouro, com um castelo de azul aberto e iluminado do campo. Em contrachefe, um cão de negro deitado, tendo a mão direita sobre a esquerda. Orla de catorze rosas naturais de vermelho folhadas de verde. Coroa mural de quatro torres. Listel branco com os dizeres "Vila de Alenquer", de negro.

Brasão do Município de Alenquer - Alenquer municipal coat-of-arms

Baseado no desenho original de João Ricardo Silva

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Bandeira - De azul. Cordões e borlas de ouro e azul. Haste e lança douradas.

Bandeira e estandarte do Município de Alenquer - Alenquer municipal flag and banner

Bandeira (2x3)      Estandarte (1X1)

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Transcrição do parecer

Parecer apresentado por Affonso de Dornellas à comissão de Heráldica da Associação dos Arqueólogos Portugueses e aprovado em sessão de 23 de Outubro de 1935.

Em 26 de Janeiro deste ano, a pedido da Câmara Municipal de Alenquer, foi deliberado que o cão que figura nas Armas Municipais fosse andante em vez de deitado, conforme se tinha proposto no parecer inicial de 20 de Novembro de 1934.

Reconsiderou a Câmara Municipal em que, de facto, o cão deve estar deitado, não lhe aceitando a Direcção Geral de Administração Política e Civil do Ministério do Interior essa alteração sem que a Comissão de Heráldica desse o seu parecer nesse sentido.

Ora, esta Comissão não tem mais do que renovar a sua proposta, formulada no parecer que foi aprovado em 20 de Novembro de 1934, que é o seguinte:

ARMAS - De ouro, com um castelo de azul aberto e iluminado do campo. Em contrachefe, um cão de negro deitado tendo a mão direita sobre a esquerda. Orla de catorze rosas naturais de vermelho folhadas de verde. Coroa mural de prata de quatro torres. Listel branco com os dizeres "Vila de Alenquer" de negro.

BANDEIRA - De azul. Cordões e borlas de ouro e azul. Haste e lança douradas.

SELO - Circular, tendo ao centro as peças das armas sem indicação dos esmaltes. Em redor, dentro de círculos concêntricos, os dizeres “Câmara Municipal de Alenquer”.-

Deverá, na acta da Câmara, que aprove este parecer, ser transcrita a descrição das armas, bandeira e selo, e enviada ao Sr. Governador Civil uma cópia autenticada dessa acta juntamente com os desenhos da bandeira e selo, com o pedido de tudo remeter à Direcção Geral de Administração Política e Civil, para, no caso do Sr. Ministro aprovar, ser publicada uma nova portaria.

Lisboa, Outubro de 1935.

A bandeira é esquartelada de branco e de verde por serem estes os esmaltes das peças principais das Armas, o sobreiro e as torres.

Assinatura A. Dornellas

Affonso de Dornellas.

(Texto adaptado à grafia actual)
Fonte: Processo do Município de Alenquer (arquivo digital da AAP, acervo “Fundo Comissão de Heráldica”, código referência PT/AAP/CH/ALQ/UI0018/00181).

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Primeira ordenação heráldica do brasão e bandeira

Segundo o parecer da Comissão de Heráldica da Associação dos Arqueólogos Portugueses de 26/01/1935
Aprovado pelo Ministro do Interior em 14/03/1935
Portaria n.º 8333, do Ministério do Interior,
publicada no Diário do Governo n.º 59, 1.ª Série de 14/03/1935

Armas - De ouro com um castelo de azul aberto e iluminado do campo. Em contra-chefe, um cão andante de negro. Orla de catorze rosas naturais vermelhas, folhadas de verde. Coroa mural de prata de quatro torres. Listel branco com os dizeres "Vila de Alenquer" a negro.

Brasão do Município de Alenquer - Alenquer municipal coat-of-arms

Baseado no desenho original de João Ricardo Silva

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Bandeira - De azul, cordões e borlas de ouro e azul, haste e lança douradas

Bandeira e estandarte do Município de Alenquer - Alenquer municipal flag and banner

Bandeira (2x3)      Estandarte (1X1)

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Transcrição do parecer

Parecer apresentado por Affonso de Dornellas à Comissão de Heráldica da Associação dos Arqueólogos Portugueses e aprovado em sessão de 23 de Janeiro 1935.

Por ofício da Câmara Municipal da Vila de Alenquer, datado de 22 do corrente, é solicitado da Comissão de Heráldica, o seu parecer sobre se na composição das Armas da mesma Vila, haveria inconveniente em que o cão fosse representado de pé, em vez de deitado, como de facto se propôs no Parecer que a mesma Comissão de Heráldica aprovou em 20 de Novembro de 1934.

Deseja ainda a mesma Câmara que na bandeira seja inscrito: Leal Vila de Alenquer" em substituição de "Vila de Alenquer".

Quanto à posição do cão, parece-me não haver inconveniente, desde que, no aspecto, não sobreponha o castelo, porque então teria já outro significado. O cão deve figurar nas Armas de Alenquer como símbolo de lealdade. Desde que fique junto à porta e sobrepondo o castelo, pode parecer que forma um conjunto representativo de um facto ou de uma lenda. No parecer aprovado em 20 de Novembro de 1934, houve a intenção bem clara de que o castelo representasse a força e o poder, ou seja, a fortaleza local com toda a sua brilhante história, e de que o cão representasse a fidelidade mantida durante muitas gerações.

São portanto dois assuntos distintos e que distintos devem ficar na ordenação das mesmas Armas.

Quanto à inclusão da designação "Leal" como título conferido à Vila, poderá ser, se de facto existe qualquer diploma que confira essa distinção.

Não tendo havido em qualquer época essa distinção conferida oficialmente, a Comissão de Heráldica da Associação dos Arqueólogos não aconselha que a Câmara Municipal de Alenquer a adopte.

O designar-se uma Vila ou uma Cidade, de leal, não representa mais do que um modo amável de se lhe fazer uma referência merecida. Assim como, ao formular-se um endereço, se diz "Ilustre" Excelente, etc., também antigamente os chefes de Estado ao dirigirem--se a qualquer Vila ou Cidade, diziam: à leal vila de ..... ou à muito leal cidade de........., enfim, leal era uma designação vulgar, que não marcava distinção excepcional.

Nesta conformidade, as Armas, bandeira e selo da Vila de Alenquer, devem ser assim constituídos:

- ARMAS: - De ouro com um castelo de azul aberto e iluminado do campo. Em contrachefe, um cão andante de negro. Orla de 14 rosas naturais vermelhas, folhadas de verde. Coroa mural de prata de quatro torres. Listel branco com os dizeres "Vila de Alenquer” a negro. -

- BANDEIRA: Azul. Cordões e borlas de ouro e azul. Haste e lança douradas. -

- SELO: Circular, tendo ao centro as peças das Armas sem indicação dos esmaltes. Em volta, dentro de círculos concêntricos, os dizeres "Câmara Municipal de Alenquer". -

O valor dos esmaltes já foi explicado no parecer de 20 de Novembro de 1934.

Se a Câmara Municipal concordar com o que fica exposto, deverá transcrever na acta respectiva a descrição das Armas, Bandeira e selo como aqui vão descritas, remetendo uma cópia autenticada dessa parte ao Sr. Governador Civil do Distrito com o pedido de a enviar à Direcção Geral da Administração Política e Civil do Ministério do Interior para, no caso do Sr. Ministro concordar, ser publicada a respectiva portaria.

Lisboa, Janeiro de 1935.

A bandeira é esquartelada de branco e de verde por serem estes os esmaltes das peças principais das Armas, o sobreiro e as torres.

Assinatura A. Dornellas

Affonso de Dornellas.

(Texto adaptado à grafia actual)
Fonte: Processo do Município de Alenquer (arquivo digital da AAP, acervo “Fundo Comissão de Heráldica”, código referência PT/AAP/CH/ALQ/UI0018/00181).

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Primeira proposta ordenação heráldica do brasão e bandeira

Segundo o parecer da Comissão de Heráldica da Associação dos Arqueólogos Portugueses de 20/11/1934
A Câmara Municipal não concordou com esta versão

Armas - De ouro, com um castelo de azul aberto e iluminado do campo. Em contrachefe, um cão de negro deitado, tendo a mão direita sobre a esquerda. Orla de catorze rosas naturais de vermelho folhadas de verde. Coroa mural de quatro torres. Listel branco com os dizeres "Vila de Alenquer", de negro.

Primeira proposta para o brasão do Município de Alenquer - Alenquer municipal coat-of-arms first proposal

Baseado no desenho original de João Ricardo Silva

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Bandeira - De azul. Cordões e borlas de ouro e azul. Haste e lança douradas.

Primeira proposta para a bandeira e estandarte do Município de Alenquer - Alenquer municipal flag and banner, first proposal

Bandeira (2x3)      Estandarte (1X1)

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Transcrição do parecer

Parecer apresentado por Affonso de Dornellas à Comissão de Heráldica da Associação dos Arqueólogos Portugueses e aprovado em sessão de 20 de Novembro de 1934.

Em 10 de Fevereiro de 1933, a Câmara Municipal de Alenquer, dirigiu-se à Associação dos Arqueólogos Portugueses, pedindo que se lhe ordenasse as suas Armas, a sua bandeira e o seu selo.

De longa data são conhecidas armas que simbolizam a antiquíssima Vila de Alenquer, havendo porém algumas divergências nos diferentes autores, o que é raro, porque estes em geral copiam-se todos uns dos outros.

Rodrigo Mendes Silva, na sua obra “Populacion General de España, sus trofeos, blasones, etc.”, Madrid 1645, diz que Alenquer – Haze por Armas, en escudo un alano pardo, aludiendo al nombre. -

Este autor é considerado uma autoridade.

Em 26 de Outubro de 1855 a Câmara Municipal de Alenquer escreveu um ofício à Câmara Municipal de Lisboa, satisfazendo ao pedido que esta fizera de referências sobre as armas daquela. Por este ofício se verifica que tanto no arco de Santo António como no arco da Conceição existiam cães esculpidos e parece que isolados. Também no mesmo ofício há referências a que as antigas armas da Vila consistiam numa torre guardada por um cão com as chaves da praça na boca, razão porque no tempo de D. Sebastião, quando da construção da Ponte do Espírito Santo, foi mandada esculpir à entrada da mesma, uma torre guardada por um cão.

Ignacio de Vilhena Barbosa, na sua obra "As cidades e vilas da Monarchia Portugueza que teem brazão d'armas” Lisboa, 1860, diz que as Armas de Alenquer constam do seguinte: - em campo de prata um cão pardo preso a uma arvore com um grilhão de ouro -.

Aqui é o castelo substituído por uma árvore, o que é difícil de explicar, pois se no ofício a que acima me refiro, em 1855, não se faz referência à árvore, como é que em 1860, cinco anos depois, aparece a torre substituída pela árvore?

Enfim, acontece em Alenquer, sobre a heráldica que a simboliza, o que acontece em muitos outros municípios da mesma antiguidade, pois que no decorrer dos séculos tudo evoluciona.

Lendo as obras que citam a história das cidades e das vilas de Portugal, sente-se um certo desgosto de ver como se transcrevem os maiores disparates com uma facilidade espantosa. É fantástico o que se tem dito e escrito sobre a origem de Alenquer, sobre a etimologia do nome desta vila, sobre as lendas que lhe deram razão ao nome e sobre as razões da ordenação das diferentes armas que lhe são atribuídas.

Salienta-se sempre a preocupação de tornar as armas falantes e, como aparece de longa data um cão a simbolizar Alenquer, por força tem que existir uma ligação directa entre o cão e o nome da Vila.

Lendo com atenção a história detalhada da Vila de Alenquer, verifica-se que esta terra sempre pertenceu às Rainhas de Portugal, tendo sido inicialmente de D. Sancha, filha do rei D. Sancho I, passando por sua morte, para a Rainha D. Brites, mulher de D. Afonso III. Depois, foi sempre da Casa das Rainhas.

A história de Alenquer, ou por outra, a história dos naturais de Alenquer é interessantíssima pela constante manifestação de fidelidade e de patriotismo mantida através de séculos, transmitindo-se essa notável índole de geração para geração sem nunca vacilar.

D. Sancha, a primeira Senhora de Alenquer, sentiu bem a fidelidade dos seus súbditos quando seu irmão D. Afonso III lhe quis tirar a posse desta Vila.

Os naturais de Alenquer, como a sua Senhora não queria entregar a Vila, resistiram a um cerco de mais de um ano, praticando notáveis actos de bravura e de sacrifício, até que o cerco foi levantado.

D. Leonor Telles, já viúva do rei D. Fernando I, acolheu-se à guarda dos seus súbditos de Alenquer e D. João I, apesar do apertado cerco que lhe pôs, teve que desistir perante a colossal defesa que naturais de Alenquer tomaram pela Sua Senhora.

D. Leonor, viúva do rei D. Duarte, temendo pela vida de seu filho D. Afonso V, por causa das pretensões do Infante D. Pedro e dos seus partidários, foi abrigar-se no castelo de Alenquer sob a proteção dos heroicos naturais que desta vez não só defenderam uma Senhora como também uma criança, pois o Rei tinha apenas 8 anos.

Até aqui, Alenquer tornara-se notável pela forma admirável como tomava a defesa dos mais fracos e ainda pela circunstância de esses fracos serem do sexo feminino. Tem uma história heroica em defesa de Senhoras mesmo contra o seu próprio Rei.

Mas, chega-se a 1580, aparece um rei estrangeiro a subir ao Trono de Portugal e então, Alenquer toma o partido de D. António, Prior do Crato que no convento de S. Francisco fica à guarda dos naturais de Alenquer que lhe prestam homenagem de Rei por assim o considerarem e do que lavraram o competente auto.

D. António ficou por tal forma reconhecido à fidelidade de Alenquer, que no seu testamento pede para que os seus restos mortais fiquem para sempre no coro do Convento de S. Francisco de Alenquer.

Com uma tão notável história de fidelidade, como é então que se deve representar simbolicamente a Vila de Alenquer?

Se temos a história com factos tão extraordinários, para que havemos de falar nos alanos ou noutros bárbaros para justificar a existência de um cão nas Armas desta Vila? Não temos marcada dia a dia a razão desse símbolo da fidelidade?

Portanto, aquelas Armas de Alenquer que aparecem com uma torre ou com um castelo e com um cão, estão primorosamente ordenadas segundo a heráldica e por consequência simbolicamente ordenadas. Mas, tudo evoluciona e há factos que é pena não assinalar.

Reza a tradição que foi em Alenquer, na ocasião em que a Rainha Santa Isabel pagava aos operários que construíam a sua igreja do Espírito Santo, que seu Marido, o rei D. Dinis, aparecendo inesperadamente, a censurou pelo muito dinheiro que gastava em obras religiosas e com os pobres, e ela lhe mostrou o regaço de onde tirava o dinheiro que estava distribuindo e o Rei viu que apenas tinha rosas.

Esta Rainha fundou em Alenquer os Bodos do Espírito Santo, era o alimento dos pobres, que se conservaram até ao reinado de D. Manuel.

A Rainha D. Leonor, a fundadora das Misericórdias, também concorreu para o engrandecimento de Alenquer, como aliás todas as outras rainhas que até 1834 foram Senhoras da Vila, pois foi nesta data que se extinguiu a Casa das Rainhas.

É bem conhecida na História a acção que as Rainhas tiveram na beneficência, fundando misericórdias, albergarias, hospitais, enfim, é tradicional e verifica a protecção aos que sofriam, dirigida por essas Senhoras.

Desde a Rainha Santa Isabel que as rosas simbolizam essas manifestações de caridade, portanto, que interessante seria que Alenquer, Vila que serviu de abrigo a essas Senhoras em momentos aflitivos e cujos naturais praticaram actos de nobres cavaleiros em defesa das suas Damas, repito, que interessante seria que dentro das Armas que simbolizam a sua heroica e leal história, fosse acrescentada uma bordadura de rosas, como homenagem à acção benéfica das Senhoras que durante séculos foram dirigentes das belas manifestações de caridade que a História nos aponta.

E assim, propomos que as Armas, a bandeira e o selo da Vila de Alenquer, sejam assim ordenadas:

ARMAS - De ouro com um castelo de azul aberto e iluminado do campo. Em contrachefe, um cão de negro deitado. Orla de 5 rosas naturais vermelhas, folhadas de verde. Coroa mural de prata de quatro torres. Listel branco com os dizeres "Vila de Alenquer" a negro.

BANDEIRA - De azul, Cordões e borlas de ouro e azul. Haste e lança douradas. -

SELO - Circular, tendo ao centro as peças das armas sem indicação dos esmaltes. Em volta, dentro de círculos concêntricos, os dizeres "Câmara Municipal de Alenquer".

Como a peça principal das armas, o Castelo, é de azul, desta cor é a bandeira.

Para cerimónias ou cortejos, a bandeira é de seda e bordada e tem a área de um metro quadrado.

É indicado o ouro para o campo das Armas por ser o metal que na heráldica significa nobreza, fidelidade, constância, poder e liberalidade.

O castelo é de azul, porque este esmalte significa zelo, caridade e lealdade.

O cão é de negro porque este metal significa firmeza, obediência, honestidade e cortesia.

As rosas são de vermelho porque este esmalte significa vitórias, vida e alegria.

O verde do folhado significa heraldicamente, esperança e fé.

O castelo representa a força.

O cão representa a fidelidade, a amizade e a bondade.

As rosas representam a caridade e a pureza.

Com estes significados e com tais circunstâncias, parece-me que fica bem simbolizada a história de Alenquer e principalmente a índole, o patriotismo, o valor e o cavalheirismo dos naturais da mesma Vila.

No caso da Câmara Municipal de Alenquer concordar com este parecer, deverá transcrever na acta respectiva a descrição das Armas, bandeira e selo para remeter uma cópia autenticada da mesma ao Sr. Governador Civil com o pedido de a enviar à Direcção Geral da Administração Política e Civil do Ministério do Interior para, no caso do Sr. Ministro concordar, mandar publicar a respectiva portaria.

Sintra, Agosto de 1934.

Assinatura A. Dornellas

Affonso de Dornellas.

(Texto adaptado à grafia actual)
Fonte: Processo do Município de Alenquer (arquivo digital da AAP, acervo “Fundo Comissão de Heráldica”, código referência PT/AAP/CH/ALQ/UI0018/00181).

Ligação para a página oficial do município de Alenquer

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