Orago - São Pedro Área - 51.9 Km2
Ordenação heráldica do brasão e bandeira
Segundo o parecer da Comissão de Heráldica da Associação dos Arqueólogos Portugueses de 20/11/1934
Aprovado pelo Ministro do Interior em 29/04/1935
Portaria n.º 8090, do Ministério do Interior,
publicada no Diário do Governo n.º 97, 1.ª Série de 29/04/1935
Armas - De azul, com uma mão direita, aberta, de ouro, acompanhado em chefe por duas estrelas de prata, e lateralmente e em contra-chefe, por três perpétuas de ouro. Coroa mural de prata de quatro torres. Listel branco com os dizeres: “ Vila de Folgosinho “, a negro.


Bandeira - Amarela. Cordão e borlas de ouro e azul, lança e haste douradas.

![]()
Transcrição do parecer
Parecer apresentado por Afonso de Dornellas à Comissão de Heráldica da Associação dos Arqueólogos Portugueses e aprovado em sessão de 20 de Novembro de 1934.
Da Junta de Freguesia da Vila de Folgosinho foi na Associação dos Arqueólogos recebido o seguinte ofício:
Folgosinho, 24 de Julho de 1933. – Ex.mo Sr. Presidente da Associação dos Arqueólogos Portugueses. - Convento do Carmo Largo do Carmo - Lisboa - A Junta de Freguesia de Folgosinho (Concelho de Gouveia), pede respeitosamente licença para expor a V. Ex.ª o seguinte: - É Folgosinho uma das terras mais importantes da região alta da Serra da Estrela; foi antiga Vila e Julgado, teve pelourinho, e ainda tem cadeia e posturas paroquiais pelas quais rege a sua vida administrativa, com costumes antiquíssimos legalizados, que muito divergem dos da região. - Vimos rogar a V. Ex.ª se digne autorizar e orientar os necessários estudos para se vir a conhecer e verificar se, em outros tempos, já teria tido Bandeira e selo, como é de presumir. Ao lado da freguesia há um castelo de seixo branco e rosa (quartzo) que é afinal Castelo apenas no nome, pois é de acreditar pela sua situação e elevação que esse alto morro fosse um antigo Castelo Romano. - Eis pois o que de V. Ex.ª solicitamos, apresentando os nossos mais distintos cumprimentos. - A bem da Nação. - Pela Junta de Freguesia de Folgosinho: A Comissão Administrativa: 0 Presidente (a) Pe João Gregório; Vogais (aa) Manuel Pires Veloso; José Affonso Coelho de Vasconcellos e Sá. Estas assinaturas estão autenticadas com um selo branco que tem as Armas Nacionais e os dizeres: "Junta de Paroquia da Freguesia de Folgosinho - Concelho de Gouveia. -
Francisco Nunes Franklim, na sua "Memoria para servir de índice dos foraes", Lisboa 1825, diz-nos que Folgosinho teve os seguintes forais:
- Foral antigo, dado em 1187;
- Confirmado em Outubro de 1217, conforme consta do Maço 6 de Foraes Antigos, nº 23 e no maço 12 dos mesmos, nº3, f.56 v. coluna 2 e conforme está registado no Livro dos Foraes Antigos de Leitura Nova, f. 59 verso, coluna 2. Tudo existente na Torre do Tombo.
- Foral novo, dado em Lisboa a 20 de Setembro de 1518 e registado no Livro dos Foraes Novos da Beira, folhas 11, coluna I, existente no Arquivo da Torre do Tombo.
Sendo Folgosinho uma Vila de tanta antiguidade, devia ter tido o seu selo e por conseguinte as suas Armas.
Infelizmente não encontro qualquer referência à simbologia de Folgosinho.
O mais antigo dos estudiosos de heráldica de domínio, Rodrigo Mendes da Silva, na sua obra "Población General de España, sus trofeos, blasones, etc.”, Madrid 1645, não nos indica quais fossem as Armas de Folgosinho, razão para supor que já não existissem na data daquela obra.
Vou porém transcrever o que diz o mesmo autor sobre esta Vila:
- Mas recumbrando a Sierra de Estrella, una legua de Melo, esta la villa de Fulgosiño, comarca de la Guarda, regada por un arroyuelo, abundante de mucha castaña, caça, ganado, mucho carbon, proveyendo a varias partes; cõ 80 vezinos, una Parroquia. Fundóla el Rey Don Sancho I de Portugal años 1188. -
Como referências, cita: Duarte Nunes, chronica de D. Sancho I, fol. 57 - Maris, Dialogos, 2. C. 9 – Garibay liv. 34. Capítulo XVI.
Os autores de heráldica de domínio que se seguiram, também nada dizem, como nada dizem da interessantíssima vida e costumes da mesma Vila, os autores que se têm dedicado a dicionários históricos, geográficos, biográficos, etc. Dão referências vulgaríssimas, sem o menor detalhe.
Apenas Santa Rosa de Viterbo, no seu "Elucidario das palavras, termos e frases", Lisboa 1798, no 1º Volume, pag. 135, na palavra "Arenzo", diz o seguinte:
- No Foral que El-Rei D. Sancho I deo aos Povoadores de Folgosinho no ano de 1187 (que he o mesmo que seu Pai havia dado aos de Linhares no de 1169) se diz: Et de illa carregadura dent in portatico uno arenzo. Que moeda esta fosse, eu o não saberei dizer. só se assim chamavão ao Denario, que era a portagem ordinaria, que de huma carga se pagava. Livro dos Foraes Velhos. -
No "Supplemento, Addicçoens, e correcçoens ao I e II Tomo do Elucidario" referido, a pags. 11, na mesma palavra "Arenzo", o seu autor diz:
Em hum Documento de Oviedo do Seculo XII (ap. Hesp. Sagr. Tom. 38) se lê: Centum arenzadas de vineis, e já no Seculo XI se achão estas arenzadas. Persuado-me que era cada huma o que hoje em Galliza se diz Azumbra, que he a nossa canada. E esta com o nome de Arenzo se pagaria de cada carga de vinho, que entrasse em Folgosinho. -
Santa Rosa de Viterbo, na obra citada, biografando os Mestres e principais Chefes que a Militar Ordem do Templo teve em Portugal, ao referir-se ao vigésimo segundo Mestre, D. Gonçalo Martins, a pags. 371 do 2º Volume, diz:
- D. Gonçalo Martins, Mestre em Portugal em 1265. Por authoridade, e consentimento do Capitulo Geral, celebrado em Castello-Branco, concede elle a D. Thereza Affonso de Mello, a Aldêa da Sardaça, em termo de Folgosinho, para que a disfrute em dias de sua vida; com condição, que ella pague ao Commendador de Ferreira (d'Aves) annualmente 25 libras no 1º de Maio. E a dita D. Thereza deve dár á Ordem hum Casal em Mello, e outros bens, a Ordem do Templo: e por sua morte deve ficar a dita Aldêa, com todas as suas bemfeitorias, aos Templarios livre e desembargadamente. Feita a Carta E. M. CCC.III. Apnd Castellum blancum. -
Nos limites dum parecer desta natureza, não pode haver a pretenção de construir uma monografia, em todo o caso, incluo aqui os elementos referidos, a título de curiosidade e, como é muito interessante o que se passa na vida íntima da antiga Vila de Folgosinho, solicitei elementos mais amplos para poder estudar a forma de simbolizar essa extraordinária forma secular de administração.
Vejamos pois os interessantes elementos que me enviou o Sr. Dr. João de Vasconcelos, natural de Folgosinho, que muito se tem interessado pela elaboração deste parecer e que ocupa neste momento o cargo de Ouvidor da Junta de Crédito Público.
- Folgosinho é terra antiquíssima, hoje pertencente ao concelho de Gouveia. Do lado nascente tem um morro em quartzo rosa, que chamam castelo, e é um afloramento único do dito mineral em toda serra que é de granito.
No contraforte fronteiro da serra, também do lado nascente, fica o cabeço d'El-Rei, e perto deste cabeço fica um ponto chamado Rei gôso, - presumivelmente derivado de Rei gôdo. No Rei-gôso há restos de ruínas de uma fortificação antiga, construída em círculo. Perto deste ponto ficam as pias, ou sepulturas antigas talhadas em pedras.
Os costumes da terra são interessantes: há 3500 a 4000 hectares de terras baldias, parte destinadas a apascentação de gados, e parte dividida em folhas. Cada folha está subdividida em sortes, assim chamadas porque à sorte são divididas anualmente por todos os moradores da freguesia que sejam chefes de família.
Dentro de certo prazo o chefe a quem coube determinada sorte vai assinalá-la, isto é, fazer-lhe uns sinais cavando cruzes que significam: "tomei posse". E cultiva-a durante um ano agrícola. Finda a cultivação, - paga de 15 - 1 à Junta de Freguesia. Esta percentagem chama-se "montado".
Em seguida larga a sorte que na distribuição seguinte só por mero acaso da sorte lhe poderá voltar a caber, isto é, se o bilhetinho que tem o nome especial da sorte sair do carapuço quando disserem o seu nome na chamada que fazem no adro da freguesia quando pelos chefes de família distribuem as sortes. Em resumo: distribuição de terras em comunismo perfeito, regímen dentro do qual os cultivadores apenas se apropriam das terras para o seu cultivo, mas nunca para as possuírem em propriedade.
Este regímen não provoca questões e vem desde tempos imemoriais. A terra – Folgosinho - é situada em ponto alto.
Tem abundantes rebanhos e queijo afamados da Serra da Estrela.
É abundante em centeio e castanha, existindo soitos (conjunção de castanheiros na mesma propriedade) de castanheiros enormes. Tem ainda cadeia, de quando era julgado. Há alguns anos foi barbaramente destruído o seu pelourinho para fazerem as calçadas!
Como se lá faltasse a pedra!!!
Ninguém lá fala de aldeia. Chamam-lhe vila. E dizem "vais para a vila? Vens da vila? que há pela vila?"
A vila actual (Gouveia) só é conhecida pelo nome de Gouveia. Quando se fala de Vila - referem-se a Folgosinho.
Da vila partem 2 calçadas que deveriam ser estradas romanas. Uma vai para a Serra de Baixo e outra para a Serra de Cima. Esta é a "Calçada dos Galhardos" que a lenda diz ter sido feita pelos diabos (galhardos) numa noite de trovões.
É interessantíssimo o que aqui fica exarado.
É um exemplo admirável de união e de ordem.
Da autoria do Sr. José Afonso Coelho de Vasconcelos e Sá, possuo um curioso folheto, impresso em 1933, que tem por título "Uma Junta de Freguesia com atribuições e rendimentos de Câmara Municipal" de que vou transcrever alguns períodos:
- Folgosinho - É uma aldeia da Beira, antiga vila e julgado, edificada a 900 metros de altitude, sobre um arborizado planalto da Serra da Estrela, sobranceiro a vastas terras e numerosas serras do maciço central de Portugal.
Interessante pelos panoramas com que a natureza prodigamente a dotou, com registos maiúsculos na história assombrosa da nossa pátria e as mais encantadoras lendas a rendilhar-lhe o passado, - é esta aldeia típica mais interessante ainda por, através das inovações constantes dos modernos sistemas de exploração agrária, conservar intactos usos e costumes antiquíssimos, característicos, que dariam matéria para uma boa monografia. Procedem esses usos e costumes já do tempo dos visigodos e romanos (que lá deixaram sinais da sua vida e passagem) e apresentam aos olhos e à observação dos estudiosos de hoje a revivescência de um regime comunista perfeito, em que a terra, na verdade, pertence á comunidade sem direito a apropriação, mas apenas a usufruição temporária, limitada pelo tempo preciso para cada colheita.
Á parte o exposto, uma produção consideravelmente abundante de produtos agrícolas, uma larga industria de lacticínios e de subprodutos dessa indústria: vastos campos povoados de caça indígena, durante as épocas próprias perseguida por caçadores de todo o país, ricos jazigos de estanho, ferro e volfrâmio, condições especialíssimas de clima e de altitude, tornam esta aldeia do concelho de Gouveia uma das mais procuradas, entre as várias regiões do país, por turistas, debilitados e necessitados ou apreciadores de bom repouso, águas puras, ares lavados e vida tranquila.
………………………………………………………………………………………………………………………………………………
Folgosinho não é uma freguesia como qualquer outra. É uma freguesia sui-generis.
Os seus limites são certamente dos mais dilatados entre a maioria, e presumivelmente até entre todas as terras de Portugal. Confina pelo nascente com Linhares, Videmonte, Val de Moreira e Famalicão, pelo sul com Sameiro e Manteigas, pelo poente com Manteigas, Gouveia, Sampaio e Nabais; e pelo norte com Melo, Vila Cortes, Freixo e Figueiró. Área enorme!
Tem posturas paroquiais próprias, pelas quais se rege e administra com a autonomia de uma verdadeira câmara.
Tem matéria colectável vastíssima: - os numerosos e grandes rebanhos que os pastos dos seus baldios sustentam na maior parte do ano e por esse pastoreio pagam; as abundantes águas que se arrematam; o montado, ou seja o producto da arrematação da cobrança do imposto de percentagem (1 por 15) com que são colectados anualmente os cultivadores de extensos baldios, boas propriedades imobiliárias de renda; etc. etc.
Em resumo: - Pelas receitas, posturas e regímen legal de administração, uma câmara perfeita. Em reduzidas proporções? - Concordemos. Mas, nestas proporções - uma verdadeira câmara, com a vantagem de não ter despesas obrigatórias.
………………………………………………………………………………………………………………………………………………
Ficamos a saber como se pode viver em pleno Século XX, a uma altitude de novecentos metros.
A par de circunstâncias tão curiosas, ainda Folgosinho mantém no espirito dos seus naturais e dos habitantes do resto da Serra da Estrela, a tradição, que de geração para geração mais se firma, de que foi ali, naquele ponto dominante de grandes vastidões, naquela região onde maior foi sempre o número de pastores e portanto de rebanhos da Serra, que nasceu e viveu o célebre Viriato que tanto deu e sempre dará que falar, como o verdadeiro símbolo da heroicidade patriótica e um dos primeiros táticos da antiguidade.
Conjugando portanto todas as circunstâncias expostas, de singular importância, temos necessariamente de meditar na forma de simbolizar tais factos.
Como organizar tudo isto, por forma que o povo compreenda essa simbologia?
A heráldica de domínio é a heráldica popular, pelo que deve ser representada por forma a não constituir uma charada só decifrável por eruditos.
A heráldica de domínio para estar dentro da sua missão e significado, tem de ser simples, expressiva e principalmente compreensível.
Deve simbolizar a história, circunstâncias, riquezas e valores locais, enfim, tudo quanto seja honroso, digno e apreciável.
Para a antiquíssima Vila de Folgosinho, que ainda marca e mantém na Serra da Estrela as tradições e os costumes das mais remotas civilizações e que conserva.com a maior fé, a tradição de que foi ali que nasceu e viveu o célebre Viriato, deverá procurar-se uma simbologia que a saliente exactamente pelas constância da sua vida, pela igualdade entre os seus naturais, pelo auxílio mútuo, enfim, pelos princípios liberais em que vivem e pelo patrocínio constante que dispensam uns aos outros, como regra geral e por sistema normal, positivamente sem favor, mas simplesmente por quererem manter um aprumo digno de poderem considerar-se, com a maior honra, representantes de Viriato.
Lembro, para peça principal das Armas de Folgosinho, uma mão aberta, a mão direita, o mais direita possível, visto que a mão significa justiça, poder, mando, domínio, posse, autoridade, firmeza, honradez, integridade.
A mão aberta significa grande liberalidade, patrocínio, favor, piedade, auxílio, socorro, protecção, amparo; enfim, o significado extraordinário do que se passa e do que se passou em Folgosinho, fica, no meu entender, completamente simbolizado com a mão direita aberta.
É curioso o caso de se chamar "Mão morta" à posse de territórios em que se perpetua o domínio, por não ser susceptivel de se vender, como sucede com as propriedades das comunidades.
O Diccionario da Academia Espanhola, edição de 1729, diz:
- As comunidades, morgadios, etc., são mãos mortas para o domínio de coisas sujeitas a censo perpétuo, pelo prejuízo das contribuições motivadas pelas vendas. –
É também interessante que a mão, símbolo principal de Folgosinho, seja acompanhada por perpétuas ou sempre-vivas, flores de longa duração que simbolizam a tradição, a continuidade, o infinito, o que é perdurável, incessante, o que não tem interrupção; as flores da perpétua, acompanhando a mão, simbolizam a história, vida e circunstâncias de Folgosinho.
Nas armas e selos das povoações existentes na Serra da Estrela, costuma figurar uma ou mais estrelas, como alusão à serra do mesmo nome.
E assim, proponho que as Armas, bandeira e selo de Folgosinho tenham a seguinte ordenação:
ARMAS - De azul, com uma mão direita aberta, de ouro, acompanhada em chefe por duas estrelas de prata e lateralmente e em contrachefe por três perpétuas de ouro. Coroa mural de prata de quatro torres. Listel branco com os dizeres "Vila de Folgosinho" a negro.
BANDEIRA - Amarela. Cordões e borlas de ouro e azul. Lança e haste douradas.
SELO - Circular, tendo ao centro as peças das Armas sem indicação dos esmaltes. Em volta, dentro de círculos concêntricos, os dizeres "Junta de Freguesia de Folgosinho". -
A bandeira destinada a cortejos e cerimónias é bordada a seda e deve ter a área de um metro quadrado.
A coroa mural de quatro torre é a que está determinado que simbolize as Vilas.
É indicado o azul para o campo das Armas porque é o esmalte que heraldicamente significa caridade e lealdade e estas qualidades salientam os habitantes de Folgosinho.
A mão e as perpétuas são de ouro que é o metal mais rico na heráldica e significa nobreza, fé, fidelidade, constância e poder: circunstâncias caracteristicas da história de Folgosinho.
As estrelas representativas da Serra da Estrela, são de prata, metal que em heráldica significa humildade e riqueza.
Como a peça principal das Armas é de ouro, a bandeira é amarela.
No caso da Junta de Freguesia da Vila de Folgosinho concordar com este parecer, deverá transcrever na acta, a descrição das armas, bandeira e selo e enviar ao Sr. Governador Civil do Distrito uma cópia da mesma acta, acompanhada de desenhos da bandeira e selo, pedindo-lhe para remeter tudo à Direcção Geral da Administração Política e Civil para, se o Sr. Ministro do Interior aprovar, ser publicada a respectiva portaria.
Sintra, Julho de 1934.

Affonso de Dornellas.
(Texto adaptado à grafia actual)
Fonte: Processo do Freguesia de Folgosinho (arquivo digital da AAP, acervo “Fundo Comissão de Heráldica”, código referência PT/AAP/GVA/FRG/UI0016/00163).

Freguesias do município de Gouveia -
Gouveia municipality civil parishes
• Aldeias e Mangualde da
Serra • Arcozelo • Cativelos • Folgosinho
• Figueiró da Serra e Freixo da
Serra • Gouveia • Melo e Nabais •
Moimenta da Serra e
Vinhó • Nespereira • Paços da Serra • Ribamondego • Rio Torto e
Lagarinhos • São Paio • Vila Cortês da
Serra • Vila Franca da
Serra • Vila Nova de Tazem
•

Municípios do
distrito da Guarda - Guarda district municipalities
•
Aguiar da Beira •
Almeida •
Celorico da Beira •
Figueira de Castelo Rodrigo •
Fornos de Algodres •
Gouveia •
Guarda •
Manteigas •
Mêda •
Pinhel •
Sabugal •
Seia •
Trancoso •
Vila Nova de Foz Côa •

Distritos/Regiões
Autónomas - Districts/Autonomous Regions
• Aveiro • Beja • Braga • Bragança • Castelo
Branco • Coimbra • Évora • Faro • Guarda • Leiria • Lisboa • Portalegre •
Porto • Santarém • Setúbal • Viana do
Castelo • Vila Real •
Viseu • Açores
• Madeira
•

• Index • Heráldica • História • Legislação • Heráldica Autárquica • Portugal • Ultramar Português • A - Z • Miniaturas (Municípios) • Miniaturas (Freguesias) • Miniaturas (Ultramar) • Ligações • Novidades • Contacto •

