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Segunda ordenação heráldica do brasão e bandeira
Segundo o parecer da Comissão de Heráldica da Associação dos Arqueólogos Portugueses de 14/03/1936
Aprovado pelo Ministro do Interior em 20/01/1937
Portaria n.º 8599, do Ministério do Interior,
publicada no Diário do Governo n.º 16, 1.ª Série de 20/01/1937
Armas - De azul com dois ramos de oliveira de ouro frutado do mesmo, cruzados em ponta e atados de vermelho. Em chefe, um cacho de uvas de púrpura acompanhado por duas espigas de milho de ouro, tudo folhado e sustido do mesmo. Em contrachefe, duas faixas ondadas de prata. Bordadura de ouro carregada de oito torres de azul, abertas e iluminadas também de ouro. Coroa mural de prata de quatro torres. Listel branco com os dizeres "Concelho de Baião" de negro.


Bandeira - De azul. Cordões e borlas de ouro e de azul. Haste e lança douradas.

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Transcrição do parecer
Parecer apresentado por Affonso de Dornellas à Comissão de Heráldica da Associação dos Arqueólogos Portugueses e aprovado em sessão de 14 de Março de 1936.
As armas deste Concelho foram já ordenadas em pareceres da Secção de Heráldica da Associação dos Arqueólogos Portugueses de 26 de Outubro de 1933 e da Comissão de Heráldica da mesma Associação de 23 de Outubro de 1935, pedindo agora de novo a respectiva Câmara Municipal para serem revistos estes pareceres e procurada a forma de ali serem incluídas as principais riquezas da região, que são: o milho, o azeite e o vinho, além da representação do Rio e, como elemento histórico, a indicação das várias torres e castros daquelas paragens.
Nesta conformidade, propomos pois que as armas, bandeira e selo do Concelho de Baião sejam assim ordenadas:
ARMAS - De azul com dois ramos de oliveira de ouro frutados do mesmo, cruzados em ponta e atados de vermelho. Em chefe, um cacho de uvas acompanhados por duas espigas de milho de ouro, tudo folhado e sustido do mesmo. Em contrachefe, duas faixas ondadas de prata. Bordadura de ouro carregada de oito torres de azul, abertas e iluminadas também de ouro. Coroa mural de prata de quatro torres. Listel branco com os dizeres "Concelho de Baião" de negro.
BANDEIRA - De azul. Cordões e borlas de ouro e azul. Haste e lança douradas. -
SELO - Circular, tendo ao centro as pegas das armas sem indicação dos esmaltes. Em redor, dentro de círculos concêntricos, os dizeres "Câmara Municipal de Baião".
Como as torres e o Rio, grandes elementos da história e da riqueza local, são de azul, a bandeira é desta cor.
A bandeira, quando destinada a cortejos e cerimónias, deve ser de seda bordada e medir um metro quadrado. Quando destinada a ser arvorada, é de filel e terá as dimensões que se julgue convenientes.
O campo, as torres e o rio, são de azul, cor que significa zelo, caridade e lealdade. Os ramos de oliveira, as espigas de trigo, o cacho de umas e a bordadura, são de ouro, metal que na heráldica simboliza a nobreza, a fidelidade, a constância e o poder. O atado dos ramos de oliveira é de vermelho, esmalte que denota força, vida e vitórias.
Está determinado que os rios sejam representados por faixas ondadas de prata e de azul.
A prata é o metal que representa a humildade e a riqueza.
E assim, com estas peças e com estes esmaltes, ficam bem salientes a índole dos naturais do Baião e o valor regional.
No caso da Câmara Municipal concordar com este parecer, deverá transcrever na acta, a descrição das armas, bandeira e selo, enviando uma cópia autenticada da mesma acta, juntamente com os desenhos rigorosamente feitos, ao Sr. Governador Civil, com o pedido de tudo remeter à Direcção Geral de Administração Política e Civil do Ministério do Interior, para, no caso de o Sr. Ministro aprovar, ser publicada a respectiva portaria.
Lisboa, Maio de 1936.

Affonso de Dornellas.
(Texto adaptado à grafia actual)
Fonte: Processo do Município de Baião (arquivo digital da AAP, acervo “Fundo Comissão de Heráldica”, código referência PT/AAP/CH/BAO/UI0022/00232).
Informação gentilmente cedida pela Câmara Municipal de Baião

Proposta de ordenação heráldica do brasão e bandeira
Segundo o parecer da Comissão de Heráldica da Associação dos Arqueólogos Portugueses de 23/10/1933
Não adoptada pelo município
Armas - De ouro, com um cacho de uvas de púrpura folhado de verde. Em contrachefe, três faixas ondadas, duas de azul e uma de prata. Orla de negro carregada de oito romãs de prata coroadas do mesmo, abertas de vermelho e com pé e folhadas de verde. Coroa mural de prata de quatro torres. Listel branco com letras de negro.

Baseado no desenho original de João Ricardo Silva

Bandeira - Esquartelada de branco e de púrpura. Cordões e borlas de prata e púrpura. Lança e haste de ouro.

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Transcrição do parecer
Parecer apresentado por Affonso de Dornellas à Comissão de Heráldica da Associação dos Arqueólogos e aprovado em sessão de 23 de Outubro de 1935.
Pela Secção de Heráldica da Associação dos Arqueólogos Portugueses foi, em sessão de 26 de Outubro de 1933, aprovado um parecer para o Concelho de Baião que não satisfez os naturais do Concelho à excepção da representação do rio Douro que banha o concelho em toda a extensão sul.
Manifestaram desejo de que figurasse nas armas uma fortificação, atendendo a que existiram no território do Concelho muitos Castros e muitos solares com torre, alguns dos quais ainda existem, como são os denominados: de Campelo, Santa Marinha, Gem, etc... Manifestaram também o desejo de que a agricultura e fertilidade da região fosse caracterizada por espigas de milho.
A sede do Concelho é Campelo, freguesia de S. Bartolomeu onde de facto existiu uma torre de que ainda há restos, fundada por Jorge Dias Cabral, dos senhores de Belmonte.
É de satisfazer plenamente este desejo manifestado pela Câmara Municipal do Concelho de Baião, visto que até na sede do Concelho, em Campelo, existem ainda restos de uma fortaleza.
Assim, proponho que as armas, bandeira e selo do Concelho de Baião sejam assim constituídos:
ARMAS - De negro, com uma torre de prata aberta e iluminada de azul, acompanhada de duas espigas de milho de ouro folhadas do mesmo. Em contrachefe, três faixas ondadas, duas de prata e uma de azul. Coroa mural de prata de quatro torres. Listel branco com os dizeres "Concelho de Baião" a negro.
BANDEIRA - Esquartelada de amarelo e de azul. Cordões e borlas de ouro e azul. Lança e haste douradas.
SELO - Circular, tendo ao centro as peças das armas sem indicação dos esmaltes. Em redor, dentro de círculos concêntricos, os dizeres "Câmara Municipal de Baião".
O negro indicado para o campo das armas é o esmalte que em heráldica corresponde à terra e significa firmeza e honestidade.
A prata que esmalta a torre e o rio denota humildade e riqueza.
O azul do rio e do aberto e iluminado da torre significa caridade e lealdade.
O ouro que esmalta as espigas de milho e o folhado, significa nobreza, fé, fidelidade, constância e poder.
E, com estas peças e estes esmaltes, fica bem simbolizado o Concelho de Baião.
A bandeira, quando destinada a cortejos, é de seda bordada e deve ter a área de um metro quadrado. Quando destinada a ser arvorada é de filel, podendo dispensar a inclusão das armas.
No caso da Câmara Municipal de Baião concordar com este parecer, deverá transcrever na sua acta a descrição das armas, bandeira e selo, enviando uma cópia autenticada dessa acta, acompanhada dos desenhos respectivos, rigorosamente feitos, ao Sr. Governador Civil com o pedido de tudo enviar à Direcção Geral de Administração Política e Civil do Ministério do Interior para, se o Sr. Ministro aprovar, ser publicada a respectiva portaria.
Sintra, Julho de 1935.

Affonso de Dornellas.
(Texto adaptado à grafia actual)
Fonte: Processo do Município de Baião (arquivo digital da AAP, acervo “Fundo Comissão de Heráldica”, código referência PT/AAP/CH/BAO/UI0022/00232).

Primeira ordenação heráldica do brasão e bandeira
Segundo o parecer da Secção de Heráldica da Associação dos Arqueólogos Portugueses de 02/10/1933
Aprovado pelo Ministro do Interior em 23/01/1934
Portaria n.º 7759, do Ministério do Interior,
publicada no Diário do Governo n.º 19, 1.ª Série de 23/01/1934
Armas - De ouro, com um cacho de uvas de púrpura folhado de verde. Em contrachefe, três faixas ondadas, duas de azul e uma de prata. Orla de negro carregada de oito romãs de prata coroadas do mesmo, abertas de vermelho e com pé e folhadas de verde. Coroa mural de prata de quatro torres. Listel branco com letras de negro.

Baseado no desenho original de João Ricardo Silva

Bandeira - Esquartelada de branco e de púrpura. Cordões e borlas de prata e púrpura. Lança e haste de ouro.

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Transcrição do parecer
Parecer apresentado por Affonso de Dornellas à Secção de Heráldica da Associação dos Arqueólogos Portugueses e aprovado em 26 de Outubro de 1933.
Na Associação dos Arqueólogos Portugueses foi recebido o seguinte ofício:
- Câmara Municipal do Concelho de Baião – Nº 85 - Baião, 28 de Julho de 1928. – Ex.mo Sr. Presidente da Secção de Heráldica da Associação dos Arqueólogos Portugueses - Lisboa - Deseja esta Câmara mandar fazer uma bandeira e selos em relevo e a tinta com os emblemas ou armas do concelho. - Ignora porém quais sejam essas armas, se é que alguma vez as teve; e, no caso de nunca as ter tido não sabe que emblemas ou armas deva usar ou assumir. - A este concelho de Baião foi concedido foral por El-Rei D. Manuel I, e ainda há bem poucos anos existia no arquivo o respectivo original que daqui desapareceu, indo parar as mãos dum livreiro do Porto. - Não sabe porém esta Câmara se desse foral constava qualquer brasão de armas. - Por isso, e em virtude da deliberação tomada em sessão de 7 do corrente, venho socorrer-me da alta competência da Secção de Heráldica, a que V. Exª tão dignamente preside, solicitando o favor de lhe indicar quais as armas deste concelho de Baião ou quais as que esta Câmara deva assumir e quais as cores da respectiva bandeira. Agradecendo antecipadamente a resposta de V. Exª, remeto a inclusa cópia duma pedra de armas existente numa freguesia deste concelho onde primitivamente esteve instalado o Tribunal desta comarca. - Com os meus respeitosos cumprimentos, desejo a V. Exª - Saúde e Fraternidade. - O Vice-presidente da Comissão Administrativa, (a) António Pinto Fernandes Figueira. -
Esta assinatura está autenticada pelo selo branco que inclui as Armas nacionais e os dizeres "Câmara Municipal. Baião."
Ultimamente, no dia 28 de Agosto do corrente ano de 1933, uma nova carta, mas do actual Presidente da Comissão Administrativa da mesma Câmara, Sr. J. A. Pinto da Silva, velo lembrar a necessidade de se satisfazer o pedido de que fossem estudados o selo, armas e bandeira para o concelho de Baião.
Apesar de Baião ser anterior à fundação da Nacionalidade, não há indícios da existência de qualquer selo municipal.
O Concelho de Baião teve antigamente a sua sede na freguesia de Santa Leocádia. A sede do concelho é actualmente na vila de Campelo, que também é freguesia do mesmo nome e da invocação de São Bartolomeu.
Baião ou Bayam como naturalmente se chamou, seria o nome que tinha a forma do terreno que constitui aquela região.
No Elucidário de Fr. Joaquim de Santa Rosa Viterbo, Lisboa-1798, na palavra Bayanca, vem indicado que assim se chamava a um "barranco, cova ou quebrada de terra, a modo de vallado de ambas as partes, que quasi sempre esta humida, como preza de agua. Como se vay a bayanca, que chamam a presa de Maria Sayda, a fundo. Documento de Pendorada de 1928".
Este Convento de Pendorada, seria na povoação deste nome, na área da antiga Vila de Ancede, hoje reduzida a freguesia de Santo André de Ancede, pertencente ao Concelho de Baião?
Afastado da Vila de Ancede, e mesmo na margem do Rio Douro, foi em 1107 fundado um Convento de Crúzios que em 1160 se mudou para o sítio de Ermelo.
Portanto, esta bayanca, citada no documento acima, daria razão ao termo Bayam ou vice-versa?
Na Beira Alta, concelho de S. Pedro do Sul, existe a freguesia de Baiões.
No Concelho de Lagos, há o lugar de Baião. No Concelho de Arcos de Valdevez, existe o lugar de Baião. No Concelho de Beja há o Monte de Baião e no Concelho de Góis, há a Quinta de Baião. No Concelho de Silves, existe uma povoação denominada Baiãs.
E com o nome de Baião, Bayão ou Baiam, existe uma família antiquíssima, que a tradição diz descendente de um príncipe alemão chamado Arnaldo, que foi senhor do Concelho de Baião, antes da fundação da Nacionalidade Portuguesa.
O Concelho de Baião, banhado no seu limite sul pelo Rio Douro, tem, além de vários ribeiros de mais ou menos importância que o cortam, o Rio Teixeira que banha, entre outras povoações, a antiga Vila de Teixeira, hoje reduzida a Freguesia de S. Pedro de Teixeira.
Todo o Concelho é duma grande fertilidade, sendo a agricultura a base da sua manutenção, salientando-se o vinho verde, os esplêndidos frutos e os cereais.
Deve ter existido em Baião, um castelo, já porque teve senhor, e este devia ter vivido no seu castelo, já porque, de facto, encontrei referência à sua existência.
No Elucidário referido, 2º Volume, Lisboa.1799, a págs. 141, quando trata da definição do termo "Modio", e referindo-se a propriedades compradas por Egas Moniz, diz o seguinte:
- Depois disto, no anno de 1120 D. Ejeuva, Prolix Guedas, vendeu a D. Egas Moniz, e a sua mulher D. Dorothea hum casal em Esmoriz, junto ao Castello de Bayam, por C. (500) modios, que ella lhes devia de Luctuosa por seu marido Froila Viliniz. -
O documento que refere este facto, era o nº 6 do maço 4 da gaveta 7 do notável Arquivo do Mosteiro de Salzedas.
Noutros autores que tenho lido, não encontro qualquer referência ao castelo de Baião, naturalmente porque desapareceu há muito, o que é natural, pois o Concelho de Baião não confina com a raia espanhola e por isso não foi necessário manter um castelo que serviria somente para defesa do senhor da região contra outros senhores vizinhos, e isto antes da fundação da nacionalidade.
Portanto, não há razão para este castelo figurar como símbolo da região.
Já que falei na citação de Santa Rosa de Viterbo, direi ainda que, a pgs. 142, continuando em referência à definição da palavra "Modio" é citado o documento nº 34 do maço 2 da gaveta 7 do dito Arquivo de Mosteiro de Salzedas, em que a Rainha D. Teresa (Mãe de D. Afonso Henriques), vendeu a "Igreja de Santa Leocadia de Pagos, no Concelho de Bayam".
Estas referências demonstram a grande antiguidade do Concelho de Baião que tanta importância teve no princípio da Nacionalidade. Mas, apesar de tantos séculos de existência, esta região só poderá ser representada pela sua riqueza natural, pela sua fertilidade, pelo valor da própria terra que premeia o esforço dos seus naturais, dando-lhes o sustento em troca do trabalho com que a cuidam, aproveitando-lhe os seus valores.
E assim, propomos o seguinte:
- De ouro, com um cacho de uvas de púrpura folhado de verde. Em contrachefe, três fachas ondadas, duas de azul e uma de prata. Orla de negro carregada de oito romãs de prata coroadas do mesmo, abertas de vermelho e com pé e folhadas de verde.
Coroa mural de prata de quatro torres.
Faixa branca com letras pretas.
Bandeira esquartelada de branco e de púrpura. Cordões e borlas de prata e púrpura. Lança e haste de ouro.
O ouro do campo das armas significa, heraldicamente, nobreza, fidelidade, constância, poder e liberalidade, qualidades que salientam os naturais de Baião.
A púrpura do cacho, emblema simbólico da notável produção do Concelho, indica opulência. O verde das folhas é a cor natural das mesmas e significa fé.
Como o Concelho é regado por rios e ribeiros, lá está no contrachefe a sua representação nas faixas ondadas, que são de azul e prata, porque assim se representam heraldicamente os rios.
O negro da orla, representa heraldicamente a terra e significa firmeza e honestidade.
As romãs, rainhas coroadas dos frutos, representam os frutos da região que, pela sua qualidade e abundância, bem merecem essa representação.
As romãs são de prata por este metal denotar humildade e riqueza. são abertas de vermelho, como naturalmente o são, significando este esmalte em heráldica, o vigor e a força. são folhadas e com pé de verde, como em geral se representam heraldicamente.
A coroa mural de prata de quatro torres é a que superiormente foi destinada a assinalar as Vilas.
Como os esmaltes das peças principais das Armas são a prata das romãs e a púrpura do cacho, a bandeira deve ser de branco, que heraldicamente representa a prata, e de púrpura.
Os cordões e as borlas que circundam a bandeira e a amarram à haste, são portanto, de prata e de púrpura.
Como o ouro entra na composição das Armas, a haste e a lança devem ser deste metal.
A bandeira destinada a cortejos e outras cerimónias, deve ser de seda e ter um metro quadrado de área.
O selo deve constar das mesmas peças, sem indicação dos esmaltes, tendo a forma circular e em volta, dentro de círculos concêntricos, os dizeres "Concelho de Baião" ou "Câmara Municipal de Baião" ou outros equivalentes.
Sintra Setembro. 1933

Affonso de Dornellas.
(Texto adaptado à grafia actual)
Fonte: Processo do Município de Baião (arquivo digital da AAP, acervo “Fundo Comissão de Heráldica”, código referência PT/AAP/CH/BAO/UI0022/00232).

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