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Ordenação heráldica do brasão e bandeira
Segundo o parecer
da Secção de Heráldica da Associação dos Arqueólogos Portugueses de 19/01/1927
Segundo o parecer
da Comissão de Heráldica da Associação dos Arqueólogos Portugueses de 30/04/1940
Estabelecida em reunião de Assembleia Municipal, em 27/06/1986
Publicada no Diário do República n.º 169, 3.ª Série, Parte A de 25/07/1986
Armas - De prata, uma oliveira arrancada de verde, acompanhada em orla de doze trevos também de verde. Coroa mural de prata de quatro torres. Listel branco com as letras "Vila de Alvaiázere", de negro.*No texto publicado no D.R., faltam o "frutado de ouro", que dá a cor amarela à bandeira e a expressão "quadrifólios de", relativo ao número de folhas dos trevos. Não se sabe se por erro de transcrição do parecer no D.R. ou se por iniciativa da C. M.


Bandeira - Esquartelada de amarelo e verde, cordões e borlas de ouro e verde. Haste e lança de ouro.*

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Transcrição do parecer
A Secção de Heráldica da Associação dos Arqueólogos Portugueses, em 28 de Dezembro de 1927, aprovou o parecer da constituição das Armas, bandeira e selo da Vila de Alvaiázere pela seguinte forma:
ARMAS - De prata, com uma oliveira de verde frutada de ouro e arrancada de negro, acompanhada de doze quadrifólios de trevo de verde, colocados em orla. Coroa mural de prata de quatro torres. Listel branco com os dizeres "Vila de Alvaiázere" de negro.
BANDEIRA - Esquartelada de amarelo (que corresponde ao ouro) e de verde. Cordões e borlas de ouro e de verde. Haste e lança douradas.
SELO - Circular tendo ao centro as peças das armas sem indicação dos esmaltes. Em redor, dentro de círculos concêntricos, os dizeres "Câmara Municipal de Alvaiázere". -
A bandeira, quando é destinada a cortejos e cerimónias, tem a área de um metro quadrado, é de seda e bordada. Quando destinada a arvorar, é de filel e terá as dimensões que se julguem necessárias, podendo dispensar a representação das armas.
Se a Câmara Municipal concordar com este parecer, deverá transcrever na acta a descrição das armas, bandeira e selo, exactamente como acima se descreve, enviando uma cópia autenticada da mesma acta ao Sr. Governador Civil, com o pedido de enviar esses elementos à Direcção Geral de Administração Política e Civil para, no caso do Sr. Ministro do Interior concordar, ser publicada a respectiva portaria.
Lisboa, 30 de Abril de 1940.

Affonso de Dornellas.
(Texto adaptado à grafia actual)
Fonte: Processo do Município de Alvaiázere (arquivo digital da AAP, acervo “Fundo Comissão de Heráldica”, código referência PT/AAP/CH/AVZ/UI0017/00165).

Ordenação heráldica do brasão e bandeira
Segundo o parecer
da Secçssão de Heráldica da Associação dos Arqueólogos Portugueses de 19/01/1927
Estabelecida em reunião de Assembleia Municipal, em 27/06/1986
Publicada no Diário do República n.º 169, 3.ª Série, Parte A de 25/07/1986
Armas - De prata, uma oliveira arrancada de verde, acompanhada em orla de doze trevos também de verde. Coroa mural de prata de quatro torres. Listel branco com as letras "Vila de Alvaiázere", de negro.*


Bandeira - Esquartelada de amarelo e verde, cordões e borlas de ouro e verde. Haste e lança de ouro.*

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Transcrição do parecer
Parecer apresentado por Affonso de Dornellas à Secção de Heráldica e Genealogia da Associação dos Arqueólogos Portugueses e aprovado em sessão de 28 de Dezembro de 1927.
Desejando organizar o seu selo e portanto as suas Armas e a sua bandeira, dirigiu a Câmara Municipal de Alvaiázere o seguinte ofício à Associação dos Arqueólogos:
– Câmara Municipal do Concelho de Alvaiázere. – Alvaiázere, 26 de Setembro de 1927. – Ex.mo Sr. Presidente da Direcção da Associação dos Arqueólogos Portugueses. – Edifício Histórico do Carmo. Lisboa. – O Ex.mo Presidente da Comissão Administrativa desta Câmara Municipal, encarrega-me de pedir a V. Ex.ª a especial fineza de me informar como pode conseguir-se o estudo, por essa Associação do Brasão de Armas deste Município e qual o custo de tal escudo. – Muito grato ficaria a V. Ex.ª pelo incomodo da informação que desde já agradeço. – O chefe da Secretaria (a) Mário de Castro Rosa.
Solicitei para Alvaiázere alguns esclarecimentos sobre a provável existência de alguns elementos que me auxiliassem, recebendo carta do Sr. Mário de Castro Rosa que me diz nada existir à excepção do que vem na página 413 do Romance Histórico «D. Mécia» da autoria de seu pai o Sr. Marques Rosa publicado em Alvaiázere, 1914.
Sua Ex.ª teve a amabilidade de me oferecer um exemplar que muito reconhecidamente agradeço.
Diz Pinho Leal no seu Dicionário «Portugal Antigo e Moderno» que Alvaiázere foi elevada a vila no tempo de D. João I que lhe deu Foral em 1388, mas na «Memoria para servir de índice dos foraes das terras do Reino de Portugal e seus domínios» por Francisco Nunes Franklim, segunda edição, Lisboa 1825, apenas vem referência ao Foral dado por D. Manuel I em 15 de Maio de 1514, que está registado a folhas 116 do Livro dos Forais Novos da Estremadura. Indica ainda Franklim que as inquirições para este Foral estão arquivadas sob n.º 13 no maço das Inquirições, no Armário 17 da Torre do Tombo.
Os estudiosos dizem que Alvaiázere é uma palavra árabe tradução de «Campo Aromático», e o que é facto é que é notória a quantidade de alecrim, rosmaninho, lírios e outras plantas que invadem a serra de Alvaiázere. Uma das ramificações desta serra até se chama Pousa Flores.
O azeite e o vinho são as principais riquezas locais.
É portanto nos dotes naturais que teremos de ir buscar os elementos para a construção das Armas respectivas, incluindo-lhe a representação heráldica de trevo como representante das flores.
Proponho pois as seguintes armas:
– De prata com uma oliveira de verde frutada de ouro, acompanhada de doze flores de trevo verde, colocadas em orlas. Coroa de quatro torres de prata. Bandeira esquartelada de verde e amarelo. Por debaixo das Armas uma fita branca com letras pretas. Cordões e borlas de ouro e de verde. Haste e lança de ouro.
Proponho que a bandeira seja esquartelada de verde e amarelo por ser destes esmaltes a principal peça de armas.
[Affonso de Dornellas.]
(Texto adaptado à grafia actual)
Fonte: DORNELLAS, Affonso de, «Alvaiázere», in Elucidário Nobiliarchico: Revista de História e de Arte, II Volume, Número VIII, Lisboa, Agosto 1929, pp. 245-248.
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